CULTURA ISLÂMICA PARA NOSSAS CRIANÇAS, E ELES MUÇULMANOS IRÃO APRENDER A NOSSA CULTURA?

 

Nossas crianças não sabem português, mal sabem matemática, o número de analfabetos funcionais no país é expressivo, mas, isso se resolve depois. Correto? Aparentemente para alguns parlamentares, sim. O importante é ensinar cultura árabe no Brasil?

Nada contra que se ensine outras culturas, mas, sendo um país multicultural não é preconceituoso o benefício a uma única cultura? E a cultura italiana? Japonesa? Portuguesa? Grega? Africana? São tantas as culturas que permeiam o Brasil, porque preterir uma?

É REALMENTE PREOCUPANTE A CULTURA A SER ENSINADA A NOSSOS FILHOS

E frisando as prioridades, observa-se que em outros países o estímulo é ao ensino científico, codificação, programação, linguagem de sistemas, afinal o mundo está sendo hackeado e as crianças de hoje terão problemas assim para resolver. Isso sem falar em genética, ciências biológicas para garantir a cura de doenças a manutenção das espécies. Mas, o Brasil na contramão prioriza a cultura islâmica . Gostaria de saber se as escolas árabes ensinarão cultura brasileira, ou será que eles como o resto do mundo possuem outras prioridades.

SERÁ ESSA A CULTURA A SER ENSINADA A NOSSOS FILHOS

POR;GIZZ SOUSA

Projeto torna obrigatório ensino de cultura árabe e islâmica nas escolas

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1780/11, do deputado Miguel Corrêa (PT-MG), que inclui no currículo obrigatório dos ensinos fundamental e médio o ensino de cultura e tradição islâmica. Segundo a proposta, os alunos deverão estudar a história dos povos árabes, a cultura e religiosidade islâmica e o papel do árabe na formação da sociedade contemporânea.

Pela proposta, esses conteúdos deverão ser incluídos em todas as disciplinas, em especial nas áreas de educação artística, literatura e história.

O texto é fruto de sugestões da sociedade civil apresentadas na primeira audiência pública do projeto “A Câmara quer te Ouvir”, ocorrida no fim de abril, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O projeto, da Ouvidoria da Câmara, promove debates nas capitais para ouvir a população sobre temas em discussão no Legislativo.

Na justificativa do PL, é lembrada a tragédia ocorrida na escola de Realengo, no Rio de Janeiro, quando um ex-estudante matou 11 alunos e suicidou-se, no início de abril. Logo após o crime, algumas notícias vincularam o assassino ao fundamentalismo islâmico, o que depois foi desmentido. Segundo a proposta, o caso demonstrou a necessidade de “promover a cultura da paz” e combater preconceitos.

Tramitação
O projeto ainda será distribuído para as comissões técnicas da Câmara.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Daniella Cronemberger
AGENCIA ;CÂMARA

 

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