Diante da insatisfação com toda a classe política, atos pró intervenção crescem pelo país

PEC, proposta de Emenda à Constituição, é algo que nunca agradou muito ao brasileiro que sempre se queixou de a nossa Constituição Federal ser um total rebotalho do rebotalho. Mesmo com tal possibilidade de se alterar a CF por PECs, a Constituição Federal é constantemente desrespeitada pelo próprio STF, bem a corte suprema que deveria salvaguardá-la . Recentemente, o caso mais criticado foi o ocorrido no impeachment de Dilma Rousseff que não perdeu os direitos políticos, ou seja, o impeachment que não foi impeachment, um mero afastamento, algo como umas férias remunerada (com o dinheiro público).

Logo, PECs com os políticos atuais não inspiram confiança, pois pode ser a chance do legislativo fazer algo em benefício próprio de novo, como ocorreu em outras esferas como com as 10 medidas contra a corrupção, abuso de autoridade e tantos outros casos.

Se fala muito em golpe da esquerda, visto que, Lula e FHC ainda estão soltos, bem como, seus comparsas todos, abre portas para eleições indiretas com a possível volta do FHC, ou seria a chance de o Lula voltar uma vez que a PEC Diretas Já seja implantada, a segunda opção causa mais ojeriza que a primeira, pois este seria beneficiado pelo foro privilegiado uma vez eleito, e, como diz em Brasília, sem foro, é Moro. Tanto FHC e Lula seriam beneficiados pelo foro privilegiado, mas Lula esta com a “cara no gol” já e no caso deste, o foro duraria por mais tempo que uma possível volta do FHC, ambos rechaçados pelos brasileiros.

Por essa razão, a intervenção toma força e volta a crescer.

Prova disso é o ato que ocorreu em Amazonas.

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